FOME EM TEMPO INTEGRAL!

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FOME EM TEMPO INTEGRAL!

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Por mais breve que tenha sido, em pelo menos um momento de nossas vidas, já tivemos essa sensação desesperadora: FOME EM TEMPO INTEGRAL!!!

Em algumas situações, os nossos cérebros e corpos conspiram para nos enganar fazendo-nos acreditar que é hora de comer quando, na verdade, não é!

Veja algumas situações:

PRIVAÇÃO DO SONO

Dormir pouco tem sido associado a níveis mais altos do hormônio grelina que é responsável por desencadear a fome. Piorando a situação, quando você está privado de sono, normalmente seu corpo sente necessidade de carboidrato e alimentos calóricos como fontes alternativas de energia.

SEDE

Se você se alimentou bem e uma hora depois tem a sensação de “buraco no estômago”, fique atento: a fome pode ser, na realidade, sede. A parte do corpo humano que controla essa sensação de necessidade é o hipotálamo. Não raro, essa região pode confundir as sensações de fome/sede pois elas são geradas simultaneamente para indicar as necessidades energéticas do cérebro.

Dificilmente a sensação de sede é reconhecida e supomos que seja vontade de comer. Especialistas sugerem beber um copo de água e esperar alguns minutos antes de ceder ao desejo por alimentos.

MEDICAMENTOS

Grande parte dos medicamentos podem estimular o apetite. Nos últimos 20 anos, o número de remédios que causam esse efeito colateral aumentou de 1 em 10, para 1 em cada 4 – segundo Dr. George Blackburn, diretor adjunto da Divisão de Nutrição da Faculdade de Medicina de Harvard. Quando terminar o seu medicamento o seu apetite tende a voltar ao normal.

REFRIGERANTE DIET

O refrigerante diet envia uma mensagem para o cérebro que as calorias estão a caminho, no entanto, não há calorias para serem entregues. O gosto por si só pode acionar o cérebro para enviar algumas mensagens de fome para compensar esse “engano”. TÉDIO: Muito do que fazemos na vida é conduzido pela dopamina, um mensageiro químico do cérebro ligada à motivação, estímulo e recompensa.

Assim, quando nada de emocionante está acontecendo, o cérebro procura maneiras de acionar os neurônios dopaminérgicos para alguma emoção e procuramos os alimentos para nos confortar.

Fonte: Instagram/dradaysecaldeira