Como os Adoçantes Artificiais Confundem o Organismo Armazenando Gorduras e Provocando a Diabetes

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Como os Adoçantes Artificiais Confundem o Organismo Armazenando Gorduras e Provocando a Diabetes

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RESUMO DA HISTÓRIA

Os pesquisadores mostram que o aspartame piora nossa sensibilidade em um maior grau do que o açúcar;Os adoçantes artificiais promovem o aumento de peso ao confundirem nosso organismo, fazendo-o crer que está consumindo açúcar (calorias); mas ao seu corpo não identificar o açúcar, isso poderia provocar nele fome de carboidratos;

Estes adoçantes provavelmente também causam aumento de peso ao danificarem nossa microflora intestinal, aumentando assim o risco tanto de obesidade como de diabetes.

Na atualidade existem cinco adoçantes artificiais diferentes no mercado. O aspartame é um dos mais comuns, o qual também tende a ser o pior deles.
O aspartame e outros adoçantes artificiais são promovidos principalmente para as pessoas com diabetes e aquelas que cuidam de seu peso.

Apesar do fato de que eles vêm demostrando, em repetidas ocasiões, que produzem exatamente os efeitos opostos:
A pesquisa mostra que o aspartame piora a nossa sensibilidade (aspartame worsens insulin sensitivity) à insulina em um maior grau do que o açúcar;
Também se observou ter se detectado que eles promovem o aumento de peso, em mais de uma maneira.
Com o tempo, eles também vêm sendo incluídos em ampla variedade de produtos que não são dirigidos diretamente às pessoas com diabetes e que cuidam de seu peso.

Os adoçantes artificiais são agregados a cerca de 6.000 bebidas diferentes, petiscos e produtos alimentícios. Por isso, ler os rótulos é uma necessidade cada vez maior. Inquietantemente, as indústrias de alimentos agora estão procurando esconder a presença deles em certos alimentos
Da mesma forma como é com os Transgênicos, a Indústria Quer Ocultar os adoçantes Artificiais nos Alimentos

No ano passado, a Associação Internacional de Produtos Lácteos (International Dairy Foods Association/IDFA) apresentou numa petição à FDA, solicitação de que a agência alterasse a lei de identidade do leite e outros 17 produtos lácteos, afim de permitir agregar adoçantes artificiais sem ter que indicar seu uso no rótulo.

A IDFA afirma que as modificações propostas “promoverão hábitos alimentares mais saudáveis e reduzirão a obesidade infantil ao proverem os produtos lácteos com baixas calorias e com sabor”, já que muitas crianças são mais propensos a beberem produtos lácteos com sabor de que leite convencional.

A IDFA não só está fazendo pressão para incluir o aspartame no leite como também é uma das quatro organizações comerciais que estão acionando o estado de Vermont (suing Vermont1) em seu esforço para revogar a lei sobre rotulagem de transgênicos no estado que foi aprovada em maio do ano passado (nt.: 2014).

Pareceria que, longe de estar preocupada em proporcionar aos consumidores produtos lácteos de alta qualidade, a IDFA está totalmente dedicada a enganar a opinião pública nos Estados Unidos em beneficio da indústria da tecnologia química. Que outra coisa a motivaria em ocultar ingredientes que geram efeitos nocivos suspeitos?

 os adoçantes Artificiais Causam Confusão Metabólica

Uma das razões porque os adoçantes artificiais não ajudam a baixar o peso se relaciona com o fato de que seu corpo não se deixa enganar pelo sabor doce sem a companhia das calorias.2, 3

Quando comemos algo doce, nosso cérebro libera dopamina, que ativa o centro de recompensa do cérebro. O hormônio leptina que regula o apetite também é liberado, o que eventualmente indica ao nosso cérebro que está “saciado” uma vez que tenhamos ingerido uma certa quantidade de calorias.

Sem dúvida, quando se consome algo que se sabe doce, mas sem a presença de quaisquer calorias, a via do prazer de seu cérebro se ativa pelo sabor doce, mas não há nada que o desative, já que as calorias nunca chegam.

Os adoçantes artificiais basicamente enganam nosso corpo fazendo-o crer que vá receber açúcar (calorias), mas quando o açúcar nunca chega, nosso corpo indica que necessita mais, ocasionando fome de carboidratos.

Além de piorar a sensibilidade à insulina e promover o aumento de peso, o aspartame e outros adoçantes artificiais promovem outros problemas de saúde associados com o consumo excessivo de açúcar, incluindo:

– Enfermidades cardiovasculares e derrames cerebrais (stroke) 4, 5, 6

– Doença de Alzheimer (Alzheimer’s disease). Enquanto a má alimentação é um importante fator da doença de Alzheimer em geral (os principais culpados são o açúcar/frutose – sugar/fructose – e os grãos, especialmente o gluten), o mecanismo chave de dano aqui parece ser uma toxicidade pelo metanol—um problema muito negligenciado, relacionado com o aspartame em particular.Em uma entrevista anterior, o especialista em toxicologia, Dr. Woodrow Monte – Woodrow Monte – (autor do livro While Science Sleeps: A Sweetener Kills7), explica a relação existente entre o aspartame, a toxicidade por metanol e a formação de formaldeído tóxico.

A pesquisa Refuta veemente as Afirmações de “Dietéticos” aos adoçantes Artificiais

Contrário às afirmações da indústria (industry claims), a pesquisa durante os últimos 30 anos– incluindo vários estudos de coorte prospectivos—demonstrou que os adoçantes artificiais estimulam o apetite, aumentam as carências de carboidratos e produzem uma variedade de disfunções metabólicas que promovem o armazenamento de gorduras e aumento de peso– muitas vezes para surpresa dos pesquisadores.

A seguir mostrarei alguns dos estudos publicados ao longo dos anos, que refutam claramente as afirmações da indústria de que os refrigerantes dietéticos ajudam a baixar o peso. A revisão de 2010 no Yale Journal of Biology and Medicine8 é particularmente notável.

Proporciona um resumo histórico dos adoçantes artificiais em geral, junto com a evidência epidemiológica e experimental que mostra que os adoçantes artificiais tendem a promover o aumento de peso. Também ilustra que a medida que aumentou o uso deles, também aumentaram as taxas de obesidade.

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A Recente Investigação Revela um Novo Mecanismo de Dano

A pesquisa publicada na revista Nature 27 em setembro do ano que passou (ver na lista acima o penúltimo estudo) revela outro mecanismo, até agora desconhecido, através do qual os adoçantes artificiais fazem subir o peso e altera sua função metabólica. O mais importante, é que este estudo prova a causalidade. Nos últimos anos, temos aprendido que os microrganismos intestinais desempenham um papel significativo na saúde humana. Por exemplo, alguns deles relacionaram-se com a obesidade e, como resultado, os adoçantes artificiais interrompem sua microflora intestinal 28, 29, 30, 31—aumentando assim seu risco de obesidade e diabetes.

Especificamente, os pesquisadores encontraram de que os adoçantes artificiais alteram as vias metabólicas associadas à enfermidade metabólica. Por exemplo, observou-se uma diminuição da função nas vias associadas com o transporte de açúcar no corpo. Também detectou-se que os adoçantes artificiais induzem à disbioses intestinal e à intolerância da glucose nas pessoas sãs. Dos adoçantes artificiais que foram avaliados, a sacarina (Sweet’N Low) teve o impacto mais forte, seguido pela sucralose e pelo aspartame. A intolerância à glicose é um conhecido precursor da diabetes tipo 2, mas que também desempenha um papel na obesidade, devido ao excesso de açúcar no sangue e termina sendo armazenada nas células de gordura. Segundo os autores deste estudo amplamente difundido:32

“Nós demostramos que o consumo das formulações de adoçantes artificiais não calóricos, comumente utilizados, provocam o desenvolvimento de intolerância à glicose através do estímulo a alterações nas composições e nas funcionalidades na microbiota intestinal… No conjunto, nossos resultados vinculam o consumo de adoçantes artificiais não calóricos à disbioses e alterações metabólicas; o que sugere uma reavaliação do uso massivo deste tipo de adoçantes”.

A seguir, outro estudo obteve resultados muito similares. Este estudo publicado no PLoS One, observou que, quando as ratas foram alimentadas com aspartame, alterou-se sua microbiota intestinal, provocando a produção de propionato – ácidos graxos de cadeia curta (SCFAs) envolvidos na produção de açúcar—o que causou elevações de açúcar no sangue.

Recupere sua Saúde ao Eliminar os Alimentos “Dietéticos” Artificialmente adoçados

Quando soma as distintas vias de danos—desde confundir seu corpo com sabor doce sem calorias, até piorar suas bactérias intestinais–torna-se fácil ver como os adoçantes artificiais provavelmente desempenham um papel no agravamento da epidemia de obesidade e diabetes desde sua aparição em nossa provisão alimentícia. Recomendo encarecidamente evitar-se todos os adoçantes artificiais e ler os rótulos e etiquetas dos alimentos para se assegurar de que não os está consumindo inadvertidamente. São adicionados a umas 6.000 bebidas, aperitivos e produtos alimentícios diferentes, por isso não se sabe onde poderiam estar escondidos.

E quanto a opções seguras aos adoçantes, poder-se-ia utilizar a stevia ou Lo Han, ambos dos quais são adoçantes naturais seguros. Sem dúvida, tenha em conta que se tem pressão arterial alta, colesterol alto, diabetes ou excesso de peso, então quer dizer que tem problemas de sensibilidade à insulina e provavelmente se beneficiaria ao evitar todos os adoçantes artificiais.

Infelizmente, da mesma forma que o açúcar, os adoçantes artificiais também podem gerar adicção. Observe que se tiver dificuldades para deixar refrigerantes dietéticos ou outros produtos adoçados artificialmente, sugiro tentar a terapia Turbo Tapping. Esta é uma versão da Técnica de Liberação Emocional (EFT) que foi projetada especificamente para combater os desejos de ingerir açúcar.